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VOLUNTARIADO.

 

 

As atividades da Fundação V.M. Rabolú são desenvolvidas com a colaboração de pessoas voluntárias que realizam seus labores de forma gratuita e desinteressada, as quais se vinculam à Fundação através de um acordo de voluntariado, que implica às partes, obrigações de solidariedade e colaboração enquadradas dentro da ética e da dedicação.

 

A respeito, o artigo 3 da Lei 720 de 2001 definiu o voluntariado como:

 

“(…) o conjunto de ações de interesse geral desenvolvidas por pessoas físicas  ou jurídicas, as quais exercem sua ação de serviço à comunidade  em virtude de uma relação de caráter civil e voluntário (…)” e definiu os voluntários como “(…) toda pessoa física que livre e responsavelmente, sem receber remuneração de caráter laboral, oferece tempo, trabalho e talento para a construção do bem comum, de forma individual ou coletiva, em organizações públicas ou privadas, ou fora delas (…)”

 

A seguir compartilhamos os quatro conceitos básicos do voluntariado, da lei 6/1996, de 15 de janeiro de 1996, emitida pelo REY JUAN CARLOS I, da Espanha.

 

VOLUNTARIEDADE. O voluntariado, a ação voluntária, é o resultado de uma livre escolha, é uma opção ética, pessoal, gratuita, que não espera retribuição ou recompensa. A palavra exata não é desinteresse, porque a pessoa voluntária tem interesse, muito interesse, e obtém satisfação em suas motivações pessoais.

 

SOLIDARIEDADE.  Altruísmo quer dizer amor ao próximo, é o contrário do egoísmo. O voluntariado, a ação voluntária, só existe quando repercute nos outros, quando seu interesse é coletivo, geral, público. O voluntariado é um meio para dar resposta a necessidades, problemas e interesses sociais, e não um fim em si mesmo para satisfazer às pessoas voluntárias. A ação voluntária supõe um compromisso solidário para melhorar a vida coletiva.

 

AÇÃO. O voluntariado não é somente um valor ético, uma atitude, mas sim uma prática concreta. O voluntariado se faz, é ação. Se ficar tão somente em um vago espírito de boa pessoa, de bom cidadão ou cidadã, acaba sendo algo vazio e sem sentido. Embora também seja certo de que não é possível a pura ação sem "alma", sem valores. Porém o que muda o mundo, o que enfrenta os problemas e as necessidades, é a ação.

 

ORGANIZAÇÃO. O voluntariado, por ser algo muito importante, não se pode tratar como uma prática pessoal, individual, testemunhal, íntima. Porque o objetivo do voluntariado é melhorar a realidade, transformar o mundo, e fazê-lo eficazmente. Frente à improvisação e à espontaneidade, o voluntariado requer atuar organizadamente, unindo forças. Portanto, a ação voluntária deve ser uma ação organizada, sistemática, sinérgica, que requer organização, de associações ou fundações nas quais atuar.

 

 

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